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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

#Resumo da Semana 39/2014


Bem sei que estão habituados a ver esta rubrica ao sábado, mas agora como trabalho ao fim de semana, decidi passar logo esta rubrica para uma das minhas folgas.
Mais uma vez cometi um erro, e coloquei a mesma fotografia duas vezes na mesma semana. Já vou em 3 erros de 10 que posso cometer...
Seja como for espero que o fim de semana tenha sido bom e a semana esteja a começar bem, talvez não poste muito enquanto não me habituar a esta nova rotina, mas não pensem que vou embora... 
Espero que gostem! Já sabem sigam-me...
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Será que existe liberdade de expressão?!


Para quem não sabe, eu sou escritora, tirei o curso de jornalismo, mas recuso-me a seguir essa profissão, e por isso a única coisa que faço dentro desta área são as crónicas, mais conhecidas como texto de opinião.
fonte
 Esta semana, a minha teoria sobre a falta de critérios no jornalismo foi testada, confrontada, refutada e perdida, fazendo-me perder mais uma vez a fé que tinha na liberdade de expressão.
Escrevia para um jornal online, onde sempre fui frontal, sem passar os limites da educação e do bom senso, mas sempre falei daquilo que achava que devia ser falado, se tinha que falar de menstruação falava, se falava de sexo abordava a questão, também falava de política, ou do ranho das crianças nos transportes públicos.
Ao que parece, o meu lado "pessoal", interfere com os critérios do jornal, algo que levanta a questão fundamental deste post: Onde está a liberdade de expressão?! 
Se não me permitem dizer com peso e medida a minha opinião, não me chamem cronista. Não me chamem jornalista, chamem-me prostituta do jornalismo, porque o que importa nos dias que correm não é a exposição dos factos verdadeiros, a verdade nua e crua é um mito e o que importa para os editores e diretores é o impacto, o sensacionalismo, e aquilo a que eu chamo, mastigar o mesmo que toda a gente fala...

O jornalismo está na diferença e nos factos. Está na coragem de escrever e dizer o que está mal.
Felizmente, tive a sorte de ter professores, que por muitos defeitos que tivessem me ensinaram, não só a fazer jornalismo nos termos práticos, como a sentir o jornalismo. 
Foram pessoas que durante o 25 de abril, lutaram para que hoje exista aquilo a que chamamos de "liberdade de imprensa", e que agora vêem esses valores atropelados por interesses monetários, partidários e mil e uma coisas...

Recuso-me! Não me vendo, sou jornalista quando tenho que ser, se não me deixam ser jornalista como deve ser e como é suposto ser, não contem comigo, gastei muitas horas de sono, de estudo e muito dinheiro na minha formação, mas prefiro trabalhar num Call Center a vender-me por uns minutos de publicidade, ou por mais meia dúzia de leitores!

Esta é a diferença entre quem tem valores, ou não!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Eu & Ele e as negociações (5ª Parte)



Mentalizem-se de uma coisa, os homens tem uma maneira muito própria de definir as cores. Para eles só existe o preto, branco, azul, vermelho, verde e amarelo. Podem existir variações, umas mais escuras e mais claras mas não vai passar disso.
Desistam, não vale a pena! Os homens nunca vão entender nada de cores e ponto final.
fonte
Eu: De que cor é o meu casaco?!
Príncipe: Essa é fácil o casaco é castanho.
Eu: Errado! É camel! Isto não é castanho claro, aquilo a que chamas beje, nem castanho-escuro, é um castanho que está no meio de todos os castanhos...
(neste momento ele olha para mim, com a mesma expressão que eu olho para ele quando ele fala de computadores, carros e afins… Ou seja, não percebeu nada)

Moral da história, ele trata dos computadores, eu trato da decoração!